quinta-feira, 28 de março de 2019

Notícias | Magnus Bane corre risco de vida em novo teaser 3x16 de Shadowhunters


Pobre Magnus, o sofrimento começou!

O próximo episódio 3x16 de Shadowhunters promete trazer fortes emoções. Pois é leitores, parece que finalmente Lorenzo terá que pagar. Vimos que nos episódio 3x14, Magnus pediu a ajuda do feiticeiro para restabelecer sua magia, porém como era de se esperar isso terá um preço alto. Como diretor do instituto, Alec deixou claro que não iria perdoar nenhum outro deslize de Lorenzo, e agora que o corpo de Magnus está rejeitando a magia do feiticeiro, fazendo-o luta pela vida em uma cama de hospital, Alec fará o impossível para salvar seu amado. Enquanto isso, Clary sente a escuridão de Jonathan crescendo dentro de si.

Para quem está acompanhando 3B de Shadowhunters, sabe que por mais que o enredo não seja exatamente fiel aos livros, a essência deles permanece na série. Para os fãs dos livros como eu, vale lembrar que nos dois últimos livros da série " Os Instrumentos Mortais", Magnus Bane também quase perdeu sua vida. Após esse acontecimento, Alec, inseguro por conta da imortalidade de Magnus, segue os conselhos de Camille traindo-o, o que ocasiona um fim temporário do casal após o triste e emocionante "Aku Cinta Kamu" dito por Magnus, que significa "Eu Amo Você" em indonésio. Será que os produtores estão levando a série neste sentido? Bom, o episódio 3x19 se chama Aku Cinta Kamu. Aii meu coração...Foi um dos momentos mais memoráveis dos livros para mim. Sou apaixonada por Magnus até hoje por conta disso (rs). 

O Teaser ainda mostra a tão esperada cena de dança entre Alec e Magnus. Será um flashback de uma memória real ou apenas imaginação? Descobriremos na segunda. 

Shadowhunters está no ar na Freeform as segundas e as terças com episódios novos na Netflix.


Confira da próxima semana de 3x16 de Shadowhunters abaixo:



terça-feira, 26 de março de 2019

Filme | Capitã Marvel era o que eu esperava? O filme é bom? Confira a análise.



Avaliação:   


Após bons meses de espera, dia 7 de Março foi a estréia de Capitã Marvel aqui no Brasil. O filme é o segundo, depois do sucesso de bilheterias " Vingadores: Guerra Infinita" que surpreendeu boa parte dos fãs com seu final chocante. Muito se discutia nas redes sociais sobre a estréia de uma heroína nas telonas, sobre sua importância, impacto do universo Marvel, sobre seu grande poder e se ela seria capaz de derrotar Thanos. Claro, que esses questionamentos só aumentou a cada dia a curiosidade de todos. Mas, vamos ao que interessa! O filme é bom? Ela realmente é capaz?

Acredito, que isso dependerá do tamanho da sua expectativa. Para quem espera algo similar a Guerra Infinita, ficará um pouco decepcionado. Mas isso não significa que o filme seja ruim, pelo contrário. Vale lembrar, que Capitã Marvel é um filme introdutório, que contará quem ela é ao publico do cinema com menos lutas, porém com batalhas pessoais significativas, a serem vencidas durante a trama. Sem falar, que a história é muito boa. Eu gostei bastante. 


Capitã Marvel tem um aprofundamento no universo cósmico com as raças  skrull, kree, e até flerken. Outro fato que gostei muito foi o filme também ter foco em Nick Fury, um personagem que merecia há muito tempo ter um destaque maior. Se fosse colocar em um parâmetro de filmes da Marvel diria que Capitã Marvel é superior ao 1° filme de Homem formiga e inferior a Doutor Estranho. Sabemos que ela terá grande importância para o futuro, mas primeiro precisamos descobrir junto com a personagem quem é Carol Danvers. Referente aos seus poderes, é algo incalculável, ela é sim, uma personagem a altura para derrotar Thanos no próximo filme, e pelo que vi, não seria difícil para a capitã!  Mas tenho minha própria teoria sobre a personagem, então vamos ver o que acontecerá em Abril. (Para ler minha teoria, basta pular o conteúdo com spoiler).


ATENÇÃO SPOILER ABAIXO (baseado apenas com que vi no filme sem relação com Hqs Marvel).



Para todo fã Marvel um momento especial, certamente é quando toca a trilha sonora no começo de cada filme, aquela marca registrada empolgante que faz o coração se alegrar, não é mesmo? Mas dessa vez teve um gosto especial, uma emoção a mais. Capitã Marvel é o primeiro filme após a morte de Stan Lee, e nas letras que contém os quadrinhos estavam as imagens do criador nas suas ilustres aparições, foi muito tocante, lindo de se ver, só consegui dizer: "Ahh Stan Lee..."  Além disso, há uma cena onde ele sorri e Capitã Marvel demostra em sua expressão o muito obrigado de cada fã por tudo que Stan Lee representou em nossas vidas. Enfim, lindo e emocionante! Vamos ao filme...

No inicio do filme vemos Vers (como Capitã Marvel é chamada pelos Kree) interagindo na Star Force contra seus inimigos de guerra, os skrull. Tudo indica que eles serão os grandes vilões, porém, quando ela é capturada pelos mesmos, tudo começa a mudar. Fragmentos de memória, mostram suas lembranças em seu subconsciente. Logo é fácil interpretar que há algo errado, já que os skrull estão muito interessado em uma pessoa especifica de sua memória, a Drª Wendy Lawson. Além disso, o líder da Star Force Yon Rogg aparentemente está treinando Vers para controlar seus poderes, e também tem Korath em seu grupo, e vemos Rogg, receber ordens de Ronan (vilão já conhecido no universo cinematográfico) gerando um sinal de alerta. Após sua fuga da nave skrull, onde vemos um pouco do seu potencial, Vers vai para o planeta C-53 (Terra), ambientada na década de 90. 
  
Só por esse começo, Capitã Marvel já me conquistou. Depois disso, fiquei o filme todo buscando pistas junto com a personagem, tentando localizar onde cada peça se encaixaria a seguir. Gosto de tramas que estimulem a curiosidade e repentinamente ocorra uma grande reviravolta nos acontecimentos e este filme faz isso de maneira excelente. Como todo filme da Marvel, os fatos estão todos interligados. 

Já estava confirmado que o Capitão Marvel apareceria no filme, porém para surpresa geral o mesmo foi representado por alguém do sexo feminino, a cientista Wendy Lawson, que no universo cósmico é conhecida como MAR-VEL. Sabemos que a Marvel não "Dá ponta sem nó" e mesmo que essa troca de gênero tenha sido significativa, fazendo sentido no filme, ela anula uma aparição do personagem original no futuro, então vamos ter que nos acostumar com a ideia. 

Apesar de o filme funcionar muito bem individualmente a kree MAR-VEL consegue conectar Capitã Marvel a outros filmes do estúdio. A cientista estava trabalhando no projeto P.E.G.A.S.U.S, pegou a referência? Você lembrou do pai de Tony Stark neste momento? Porque eu sim! E este nome leva a mais uma evidência, uma pista que algo estaria presente no longa, o tesseract.  A cientista não só usa a joia em seu projeto, como decide destruí-la após descobrir que os seres de sua espécie  Kree não são confiáveis. Ao lado de Carol Danvers em seus momentos finais ela implora para que a jovem destrua " O núcleo de energia". Os Irmãos Russo, disseram que Capitã Marvel seria uma das heroínas mais  fortes do universo cinematográfico e acredito que isso se deve ao fato que quando ela obedece ao pedido de MAR-VEL, Carol é atingida, absorvendo toda a energia do núcleo ou seja ela foi transformada por uma joia do infinito, o tesseract deu o poder que ela possui, alguém assim só pode ser extremamente poderosa, correto?

Agora, falando de Nick Fury, esse sem dúvida foi o melhor filme do personagem. Sua interação com Goose, é algo sensacional, dei muitas risadas com essa dubla, e a maneira como ele perde o olho é tão ridícula que chega a ser inacreditável. Foi como conhecer um "lado B" do personagem. Um lado comprometido e leve sem todo peso das responsabilidades que viriam nos anos a seguir. Vemos sua origem na S.H.I.E.L.D ao lado no "novato" e leal Coulson. E também que já existia um projeto em andamento para os futuros "Protetores", mas que a iniciativa "Vingadores" leva esse nome por grande influência da Capitã Marvel. Então, nada mais justo ter finalmente Carol Danvers na equipe!


Minha Teoria sobre Capitã Marvel e Thanos


No filme uma frase é repetida inúmeras vezes pelo o líder da Star Force Yon Rogg para a Capitã Marvel, que seus sentimentos podem comprometer seus poderes. Isso não parece algo ao acaso, já que ele reforça a fala várias vezes durante o longa, então será essa a fraqueza da heroína? E se isso não for só a vulnerabilidade de Carol Danvers?  Fica claro que após todos os acontecimentos apresentados no filme, ela cria afeto pela raça dos skrull. Acredito que Thanos possa utilizar os skrull para seus próprios fins. Talvez por ameaças ou talvez até exista algum infiltrado nos vingadores todos esses anos estudando a equipe, já que no filme da Capitã quatro skrull veem para Terra, mas vemos o destino apenas de três deles. Concluído, acho que os skrull voltaram, porém não tão amigáveis como no passado e que mesmo que Carol Danvers seja uma grande arma para equipe restante, Thanos encontrará um meio de neutralizá-la. 


Confira Trailer legendado abaixo:




quarta-feira, 6 de março de 2019

Citação #62 - Caixa de Pássaros



" O que vocês acham que aconteceria com um homem já louco se ele visse as criaturas lá fora? Acham que elas não o afetariam, que a mente dele já estaria destruída? Ou acham que a loucura alcaçaria outro nível de insanidade, um nível superior? Talvez os doentes mentais herdem este novo mundo, por serem incapazes de ficarem mais loucos do que já são. Não sei mais sobre isso do que vocês."


" Conhecer o teto da mente humana é saber o poder total dessas criaturas. Se for uma questão de compreensão, com certeza então o resultado de qualquer encontro com elas deve ser muito diferente para cada homem. O meu teto é diferente do seu. Muito diferente dos macacos desta casa. Os outros, engolfados como estão nessa histeria hiperbólica, são mais suscetíveis às regras que aplicamos às criaturas. Em outras palavras, esses simplórios, com seus intelectos infantis, não vão sobreviver. Mas alguém como eu, bem, já comprovei meu argumento."


" Ela imagina a casa como se fosse uma grande caixa. Quer sair daquela caixa. Tom e Jules, mesmo do lado de fora, ainda estão naquela caixa. O planeta inteiro está trancado nela. O mundo está confinado à mesma caixa de papelão que abriga os pássaros do lado de fora. Malorie entende que Tom está procurando uma maneira de abrir a tampa. Busca uma saída. Mas ela se pergunta se não há outra tampa acima daquela, e depois mais uma.
  Encaixotados, pensa. Para sempre. "


" Você acrescenta os detalhes, pensa ela. É a sua noção de como é a aparência delas. Você acrescenta detalhes a um corpo e a uma forma, mas não faz nenhuma ideia de como são. Cria um rosto que pode não existir."


" Essas pessoas, pensa, o tipo de gente que responderia a um anúncio como aquele no jornal. Essas pessoas são sobreviventes."


" Será que passarei a ver as coisas de forma diferente? Vi tudo pelo prisma desse bebê. Era assim que eu enxergava a casa. Os moradores. O mundo. Foi assim que vi as notícias quando tudo começou e que vi as notícias quando elas cessaram. Já fiquei desesperada, paranoica, irritada e muito mais. Quando meu corpo voltar à forma que tinha na época em que eu andava livre pelas ruas, será que enxergarei as coisas de forma diferente de novo?"


" Começa a remar. 
  Enquanto se aproxima do segundo canal à direita, parece que está remando junto aos anos. Às lembranças. Ela rema com a pessoa que era quando descobriu que estava grávida, quando encontrou Shannon morta, quando respondeu ao anúncio do jornal. Rema com a pessoa que era quando chegou à casa, conheceu os moradores e concordou  em deixar Olympia entrar. Rema com a pessoa que era quando Gary apareceu. Rema consigo mesma, sobre uma toalha no sótão, enquanto Don arrancava os cobertores das janelas do primeiro andar. 
  Ela está mais forte. Mais corajosa. Sozinha, criou duas crianças neste mundo. 
  Malorie mudou."  

sexta-feira, 1 de março de 2019

Curiosidades | Minhas leituras de Fevereiro


Pouco tempo, pouca leitura!

Assim como no mês de Janeiro, iniciei diversas leituras em Fevereiro, porém o mês passou rapidamente e quando pisquei dia 28 chegou e tinha finalizando apenas uma leitura. Os livros que ainda irei concluir em Março são: "Contos da academia dos Caçadores de Sombras", que tem foco no personagem de Simom Lewis após os acontecimentos do arco de "Os instrumentos mortais" da autora Cassandra Clare e " Sou péssimo em Inglês" da professora de inglês e youtuber Carina Fragosso. O livro que conclui foi " O estrangulador" do brilhante autor Sidney Sheldon, que a cada segundo gosto ainda mais por suas tramas envolventes e policiais.


Então, vamos lá!


O Estrangulador - Sidney Sheldon



Durante o clima chuvoso, um misterioso assassino desafia a polícia com uma sucessão de crimes. Um serial killer está a solta pelas ruas de Londres, matando mulheres sem deixar pistas. Determinado a desvendar esses crimes, o policial Sekio Takagi tem um grande caso nas mãos. Cada segundo é valioso, sentindo-se em uma corrida contra o tempo  para impedir que o estrangulador faça a próxima vítima. 
Esse é o quarto livro que leio de Sidney Sheldon e o que mais me envolve nas suas obras é o fato de o assino ser revelando apenas nas páginas finais. Acreditava que isso era um padrão desse autor brilhante, para gerar curiosidade e aguçar a vontade do leitor de saber mais sobre a narrativa. Mas, fui surpreendida quando iniciei a leitura de "O estrangulador".
Todos os elementos já conhecidos de Sidney Sheldon estão presentes aqui, porém o assassino é revelado previamente, e podemos ver como ele manipula os fatos. Esse diferencial torna tudo mais intrigante, onde cada passo dado pode custar a vida de alguém.  Para quem curti tramas policiais, #Recomendo este livro. 

É isso leitores, espero que tenham gostado da minha leitura de Fevereiro. Até o próximo mês!



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Resenha | Caixa de Pássaros - Josh Malernan




Autor: Josh Malerman
Editora: Intrínseca
Páginas: 272
Avaliação:     


Reflita por um instante: Você está preso a um mundo onde enxergar é perigoso, que sair de casa é arriscado, que pessoas precisam se unir para ter uma porcentagem mínima para sobreviver. Batidas na porta são sinônimo de medo, assim como o canto dos pássaros é presságio de coisas ruins. Agora, os cobertores cobrem os vidros das janelas, as vendas são essências, os alimentos são itens raros e a esperança se perde um pouco a cada dia, ainda sim você continuaria fazendo o possível para viver? O qual drásticas seriam suas medidas para se adequar nesse novo mundo? 

Ao ler o subtítulo de Caixa de Pássaros "Não abra os olhos" me lembrei automaticamente da obra de José Saramago, "Ensaio sobre a cegueira" um livro que li na época da faculdade e gostei bastante. A princípio foi essa ligação que gerou minha curiosidade e assim embarquei nesta leitura. Porém, mesmo que esse livro siga uma narrativa similar no sentido pós-apocalíptico decorrente a uma situação que todos "perdem a visão", aqui todo o caos é ocasionado por criaturas que não podem serem vistas, as pessoas sabem como se precaver e a situação obriga os sobreviventes a manterem seus olhos fechados para que não sejam vítimas de si próprios após enlouquecerem completamente.

Neste cenário caótico, Malorie narra os fatos entre acontecimentos do presente e do passado, mostrando em diferentes perspectivas como as criaturas influenciaram diretamente em sua condição de vida atual. Narrar um livro dessa forma é algo admirável e também arriscado, pois o escritor está pensando simultaneamente nos diferentes tempos da história e um deslize pode comprometer toda a trama. Mas felizmente esse não é o caso de Caixa de Pássaros, onde essas variações contribuem para o envolvimento do leitor até sua página final. 

Malorie precisa fazer escolhas decisivas pois não se trata apenas da sua vida, mas também de duas crianças de 4 anos sobre a sua responsabilidade que nunca viram a luz do dia. Ela não apenas deseja, como busca uma alternativa melhor para eles. Por eles, logo ela que nunca se imaginou mãe, que perdeu tanto, que precisa lutar e ter força no meio de tanta dor, isso sensibiliza, assusta e gera conflito ao longo da leitura. Essa instabilidade, agonia presente no texto, nos conecta profundamente as emoções da protagonista. Cada luta, cada pequeno movimento no mar, e no seu amor sutil acompanhado de um pedido de desculpas oculto a cada vez que pensa não ser capaz de continuar, tendo plena convicção que precisa seguir, comove. 

Enfim, esse livro faz o leitor sentir na pele os sentimentos apresentados na narrativa, levando-o para dentro de um caminho enigmático em buscas de respostas que podem ou não serem respondidas até o final das páginas. Vale a pena conferir!


Curiosidades | Minhas leituras de Janeiro


Hora de retornar aos velhos hábitos! 

O mês de Janeiro foi um mês de recomeço em relação ao mundo literário. Isso porque decidi que dedicaria mais tempo ao blog este ano e consequentemente as minhas leituras que estavam em um ritmo bem lento no ano passado. Em 2018 li apenas 17 livros, sendo o ano que li menos comparado aos demais. Então, algo precisava mudar! Agora, estou usando um planner para organizar minhas leituras e lendo livros digitais com meu novo companheiro, o Kindle. Em breve faço uma notinha sobre minha experiência com esse leitor digital para vocês, mas vamos ao que interessa, as leituras de Janeiro! 

Finalmente sai da minha zona de conforto e padrão de duas leituras mensais. Escolhi quatro livros diversos e intrigantes. O primeiro foi "Ordem de Extermínio" da série Maze Runner escrito pelo autor James Dashner, livro que a muito tempo namorava na minha estante mas só agora o li. O segundo foi o romance de Raiza Varella, "Caçadora de estrelas" que durante minhas buscas por livros digitais o encontrei e me encantei imediatamente. A terceira leitura foi "Deadfall"que após 4 tentativa enfim a consegui conclui-lo e o último escolhido foi "Caixa de Pássaros" de Josh Malerman, livro que foi adaptado pelo Netflix sendo um grande sucesso, o que me deixou bem curiosa. 

1. Ordem de Extermínio - James Dashner




Em Ordem de Extermínio há uma breve introdução sobre o exato momento que Thomas e Teresa são separados, para que o rapaz seja enviado a Clareira. Primeiramente parece que o autor está apenas usando fatos conhecidos para prender o leitor, mas se tem algo que aprendi é que em algumas histórias o prólogo tende a ser crucial para o desfecho da narrativa e esse é exatamente o caso deste livro. Ler este livro, fez com que me lembrasse o porque gostei de Dashner, quando li Correr e Morrer, ele é intenso, detalhista, faz o leitor sentir o peso de cada ação colocada na narrativa, lembrando-o que haverá uma consequência quando os humanos alteram através de meios inadequados o equilíbrio natural das coisas. Resumindo, James Dashner se assemelha muito com Suzanne Collins (escritora de Jogos Vorazes), ele faz o leitor sair no universo Maze Runner e pensar em seu próprio meio ambiente, usando a ficção para chegar em reflexões que vão além da história que criou, escritores assim, são admiráveis em minha opinião.

2. Caçadora de Estrelas - Raiza Varella




Como disse diversas vezes ao longo da leitura no meu histórico do skoob, sentia como se estivesse lendo um roteiro de uma novela. Isso porque, este livro adota uma dinâmica diferente, sendo imprevisível ao longo das páginas. Quando iniciei, lembro de ter pensado que estava lendo mais um romance clichê, que acaba decepcionando, trazendo coisas repetitivas já conhecidas. Porém mesmo que este livro a principio tenha elementos para isso, as reviravoltas fazem o leitor refletir sobre como o tempo é algo precioso em nossas vidas e como isso se aplica até mesmo no amor. Todos os personagens estão conectados de uma maneira muito profunda e dolorosa. Com grande carga emocional por conta de segredos e responsabilidades. Existindo reflexões referentes ao tempo que temos para viver ao lado de alguém e quanto tempo desperdiçamos quando não seguimos nossos sentimentos, o nosso coração. Gabriel e Eva me conquistaram, não apenas por sua cumplicidade, amizade, mas também por evoluírem um com outro diante das dificuldades. Gabriel nunca abandou Eva e quando ele mais precisa, Eva aprende a lição mais valiosa da sua vida, o amor muitas vezes exige sacrifícios. Este livro deixa a lição: O tempo é algo valioso, use-o com sabedoria. #Recomendo.

3. Deadfall - Anna Carey




Ufa! Após cinco tentativas, enfim li esse livro!
Para aqueles que leram minha resenha de Black bird, primeiro livro da duologia, disse que Deadfall só mereceria minhas cinco estrelas se preenchesse as lacunas que ficaram abertas, mantendo o ritmo eletrizante do volume um. Apesar de o livro possuir ambos, foi difícil embarcar na leitura de primeira, e agora que finalmente a fiz, fiquei decepcionada com seu final prematuro e repentino.
Em Deadfall, Sunny encontra Rafe, o rapaz de seus sonhos. De maneira quase natural seus instintos a fazem acreditar nele. Rafe demonstra preocupação,também fala os ocorridos da ilha e enfim diz o nome verdadeiro dela: Lena Marcus. Juntos eles seguem para Nova York, para encontrar outros alvos dessa caçada mortal. Sim, o livro explica todas as lacunas abertas com riqueza de detalhes. Quando a GAA é inserida da narrativa há um madurecimento muito rápido da personagem. Vemos o quanto ela é corajosa, ágil e inteligente e como a organização conseguiu trazer tantas pessoas para esta caçada. É empolgante, ver alvos unidos, sendo Lena o foco central do grupo. Neste sentido a autora consegue novamente entreter o leitor, gerando curiosidade. Apesar de gostar da duologia pelos elementos que foram apresentados, classifiquei este livro com três estrelas, porque o final não me agradou. Enfim, narrativa boa, mas com um final que deixa a desejar.

4. Caixa de Pássaros 




Reflita por um instante: Você está preso a um mundo onde enxergar é perigoso, que sair de casa é arriscado, que pessoas precisam se unir para ter uma porcentagem mínima para sobreviver. Batidas na porta são sinônimo de medo, assim como o canto dos pássaros é presságio de coisas ruins. Agora, os cobertores cobrem os vidros das janelas, as vendas são essências, os alimentos são itens raros e a esperança se perde um pouco a cada dia, ainda sim você continuaria fazendo o possível para viver? O qual drásticas seriam suas medidas para se adequar nesse novo mundo? Neste cenário caótico, Malorie narra os fatos entre acontecimentos do presente e do passado, mostrando em diferentes perspectivas como as criaturas influenciaram diretamente em sua condição de vida atual. Ao ler o subtítulo de Caixa de Pássaros "Não abra os olhos" me lembrei automaticamente da obra de José Saramago, "Ensaio sobre a cegueira" um livro que li na época da faculdade e gostei bastante. A princípio foi essa ligação que gerou minha curiosidade e assim embarquei nesta leitura. Porém, mesmo que esse livro siga uma narrativa similar no sentido pós-apocalíptico decorrente a uma situação que todos "perdem a visão", aqui todo o caos é ocasionado por criaturas que não podem serem vistas, as pessoas sabem como se precaver e a situação obriga os sobreviventes a manterem seus olhos fechados para que não sejam vítimas de si próprios após enlouquecerem completamente.Enfim, esse livro faz o leitor sentir na pele os sentimentos apresentados na narrativa, levando-o para dentro de um caminho enigmático em buscas de respostas que podem ou não serem respondidas até o final das páginas. Vale á pena conferir!

Espero que tenham gostado das minhas leituras de Janeiro. Até o próximo mês, leitores!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Notícias | Editora Novo Seculo lança série Marvel em capa dura


A Editora Novo Século anunciou por seu instagram uma novidade para os fãs Marvel de plantão!  

Faz alguns anos que a editora vem publicando diversas obras do universo Marvel, agora os livros ganhará uma nova versão em capa dura. 

Confira recadinho da editora:

"Depois do sucesso de Guerra Civil em capa dura, agora está disponível a série inteeeeira em capa dura. " 

Como não amar essa notícia, não é mesmo?


Resenha | Castelo Animado • Diana Wynner Jones – Livro 1

  Autor:  Diana Wynner Jones  Editora:  Galera Páginas:  368 Avaliação:         Sophie é uma jovem que trabalha na chapelaria de sua família...